Seja misterioso

“Apesar da hipocrisia reinante que as leva a afirmarem o contrário, somos valorizados pela quantidade de fêmeas que atraímos. Isto significa que se esse tipo de parceira não sentir o peso da rivalidade de outras fêmeas, não nos respeitará. Este problema é ainda mais grave na medida em que não queremos e nem podemos cair na promiscuidade e na depravação. Os promíscuos estão se prejudicando, ainda que todos os considerem muito machos. A solução é manter um mistério, falando pouco e preservando a dúvida.” – Nessahan Alita em ‘A Guerra da Paixão’
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O gene provedor

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“Elas não nos amam em simples retribuição automática ao nosso amor, ou seja, simplesmente por as amarmos ou desejarmos. Desejam nossas características atraentes e não nossa pessoa em si. Isto se explica pelo fato de que suas necessidades estão muito além do acasalamento: necessitam criar e proteger a prole. Logo, não sentem falta dos machos em si mas apenas de suas atitudes em contextos utilitários. Nós, ao contrário, as amamos em si mesmas, isto é, de forma direta pois nossa meta existencial é acasalar. Queremos transmitir nossos genes contra os genes de outros. As amamos em corpo, de forma direta. Somos amados indiretamente, em termos de função e utilidade. Nossa falta não é sentida fora de um contexto utilitarista.” – Nessahan Alita em ‘Como lidar com Mulheres’

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O escravo da paixão

1“O crivo intelectual e a penetração fatal do intelecto masculino, apesar da lentidão, as atemoriza; sabem que são totalmente vulneráveis na ausência da servidão passional.

Por tal razão, insistirão em tentar demovê-lo de suas suspeitas e ceticismo, induzindo-o a entregar-se à subjetividade, a “deixar acontecer”, para que você se embriague de sentimentos. Uma vez embriagado, estará dopado e poderá ser levado a qualquer direção, como um bêbado.” – Nessahan Alita em ‘Como lidar com mulheres’

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Homens, mulheres e o conservadorismo.

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Tendo sido uma das maiores fontes de inspiração de Nessahan Alita, creio nunca ser demais partilhar conteúdo escrito pelo sociólogo italiano Francesco Alberoni, especialista nos relacionamentos humanos.

Como adendo ao texto que se segue, gostaria de dizer o seguinte: pela internet fora encontrarão uma infinitude de mulheres que tentarão transparecer a imagem de uma santidade imaculada, as famosas “recatadas e do lar”, mulheres de supostos princípios escassos nas restantes, inteligentes, de poucos vícios, de poucos parceiros, de pouco tudo o que é mau, e muito do que é bom. Conservadoras se auto-intitulam, e muitas enganariam até a um detector de mentiras. Atentem ao facto de que aparências iludem, muitas vezes não só na primeira impressão, mas na segunda, na terceira, na décima, na centésima, ou até mesmo na milésima, sendo que vocês poderão só dar-se conta do carácter nefasto delas apenas quando já estiverem amarrados num relacionamento e, se calhar, já com vínculos efectivos (pois essas mulheres são boas na arte de convencer de que se tratam de excepções; muitos homens, por mais que tenham lido estes ensinamentos, apaixonar-se-ão, e cairão numa armadilha).

Por isso deixo como conselho a desconfiança, e com isto não insinuo que não hajam mulheres excepcionais, mas de que, muito provavelmente, sejam muito raras e, sendo que a arma magna feminina é o poderio emocional que detêm, peço a que façam da paciência e cepticismo as vossas armas supremas. Um homem paciente e céptico não se deixará ludibriar por olhares apaixonados, por toques íntimos, por uma voz dócil e encantadora; um homem paciente e céptico verá todas as mulheres como iguais (como espertinhas), e manterá essa desconfiança até que provem o contrário de forma irrefutável.

Fica um último conselho: se desejam descobrir quem têm ao vosso lado sejam, acima de tudo, compreensivos, receptivos a tudo o que elas tenham a dizer ou feito no passado, sem julgamentos, mas incentivos! A mulher odeia ser julgada pois sempre tenta encontrar uma justificação para as suas acções, por mais repreensíveis que possam ser ao nosso olhar (e não adianta usar N argumentos lógicos e entrar numa discussão; não insistam). Tirem da cabeça a ideia de a quererem mudar, pois isso é quase impossível. O que têm realisticamente ao vosso alcance é a possibilidade de descobrir quem ela é de verdade, sendo que assim já poderão tomar uma decisão definitiva quanto ao rumo que querem dar ao relacionamento.
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“Qual era o mecanismo que levava todos a procurá-la só a ela, a competir só por ela, não obstante de haver tantas outras à venda? Tu tinhas a capacidade extraordinária de dar a cada um deles a impressão de que só o querias a ele e a mais ninguém. Então, aquele para quem olhavas aproximava-se de ti, mas, no instante em que se sentia seguro, tu começavas a falar e a sorrir a outro, deixando-o enciumado. Um a um, convidava-los a todos, deixava-los a todos, mas nunca completamente, porque conseguias voltar a chamá-los com um olhar, com um sorriso promissor. Desta maneira, fazias-te desejar cada vez mais e conseguias pô-los uns contra os outros.” – Francesco Alberoni sobre a sedução feminina em ‘Viagem pela alma humana’.

O homem ideal – Ubermensch

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“Ir além do macho-alpha – O homem ideal

Ainda dentro desta fase inicial, sua masculinidade deve expressar-se de forma plena mas superior à dos machos-alpha brutos. Isso quer dizer que você deve ir muito além do macho- alpha. O macho-alpha humano comum é agressivo, forte, liderante mas tem uma inteligência voltada para coisas inferiores e imbecis, o que faz com que a mesma seja limitada e condicionada. O macho-alfa somente pensa em poder e fornicação (vontade de poder e impulso sexual).

Você deve ser superior a eles em auto-domínio, compreensão, capacidade de encontrar soluções, calma, serenidade interior, altruísmo etc. Em suma, lutar para se elevar espiritualmente acima das bestas humanóides, sejam elas alpha ou beta. É o que Nietzsche ensina como sendo o “Além do Homem”. Isso somente é possível por meio do chicote. Temos que amansar o animal bruto que somos por meio do látego da vontade.

Mas não se esqueça: mulheres não sentem atração sexual por virtudes e muito menos por bondade. Também não sentem atração por intelecto. O que as atrai é o seu destaque social e sua posição na hierarquia dos machos. Se você for apagado, não despertará
interesse. Se suas atitudes fizerem um diferencial, então o despertará.” – Nessahan Alita em ‘Reflexões masculinas’

O entendimento sobre Homens x Mulheres.

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Nessahan Alita deixou-nos, para além dos seus textos, várias outras indicações de leitura que se provaram ser, pelo menos para mim, indispensáveis para o entendimento da mente feminina nos mais variados campos em que se locomove. Entre elas os livros de Eliphas Levi, Francesco Alberoni, Cláudia B. Pacheco, Schopenhauer, Nietzsche, entre muitos outros. Recomendamos a sua leitura para que possam não só aprofundar a vossa compreensão sobre as mulheres e tudo o que ocorre no campo amoroso, mas também para que consigam ampliar o vosso conhecimento quanto à natureza humana.

“Sobre o movimento feminista

Muitas injustiças e maus tratos foram denunciados, e com isso muitas mulheres puderem se emancipar. Mas deixámos de lado algo que é muito importante, senão essencial – a autocrítica.

Criticamos as injustiças e as desigualdades cometidas pelos homens contra nós, mas sobre nós mesmas, pouco falamos. Colocamo-nos como “vítimas”, que nada fizeram para contribuir para a má situação em que nos encontramos.

O homem já está habituado a ser criticado por seus problemas – tratados e mais tratados foram feitos para analisar a psicopatologia masculina. E isso lhe fez muito bem! Pôde então corrigir-se em muitos aspectos, tendo, de qualquer forma, alguma evolução constante.

Isso nos faltou: alguém que nos criticasse em nossos reais problemas e nos obrigasse a tratar deles, na sua origem, para que pudéssemos nos desenvolver.” – Cláudia B. Pacheco em ‘As Mulheres no Divã’.

A guerra da paixão.

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“Uma “punição” que costuma dar resultado é tornar-se mudo, calar-se e não dialogar nada ou o mínimo em “represália” a algum fato desagradável. É um bom “castiguinho”, porém, deve ser usado com critério justo e dentro do contexto correto para que dê resultados. Você deve ser justo, ainda que ela não tenha sido.” – Nessahan Alita em ‘A Guerra da Paixão’.

A propósito da citação, gostaria também de dizer que parece-me que somos mais valorizados pelo nosso silêncio que pela nossa fala. Para que isto não fique ambíguo e dê asas a interpretações erróneas, vou pormenorizar: não me refiro a um silêncio total,mas à contenção naquilo que dizemos. O silêncio exagerado transmitirá uma imagem que talvez não condiga com a nossa personalidade, que é a timidez, a introversão e a insegurança. Para não transparecermos essas noções, é antes muito mais proveitoso falar apenas quando necessário, emitindo opiniões fortes, contundentes, ponderadas e sucintas, remetendo-nos ao silêncio logo em seguida. É também vantajoso evitar discussões; o remédio aqui é o mesmo: ou o silêncio, ou uma fala acertada e curta que derrube por completo as tentativas de instigação à polémica da outra parte.

Gostaria de não me estender muito, mas existem coisas que não podem ser ditas pela metade; espero que tenham a paciência para continuar a ler. As nossas parceiras, sejam namoradas ou esposas, possuem a tendência de querer conhecer os nossos sentimentos; apelam à fala, à abertura, a “deitar tudo o que pensamos para fora”. À primeira vista isto aparentemente denota uma preocupação genuína com aquilo que sentimos, mas existe um outro propósito mais sombrio: querem que revelemos os nossos sentimentos para melhor nos manipularem(1), pois conhecimento é poder. Após conhecerem os nossos defeitos e virtudes e verificarem que estamos apaixonados, relegarão os nossos sentimentos e os maravilhosos encantos que nos dirigiam para segundo plano e conseguirão assim dosar com alta precisão os testes que nos colocam, que visam medir o nosso grau de masculinidade e autonomia interna. Curiosa e ironicamente, ver-nos-ão como menos masculinos caso falemos em demasia, pois a tagarelice é algo inato ao sexo feminino. Curioso e irónico, já que elas tentam induzir-nos a falar de forma constante, sendo que se cedermos perderão interesse por nós. É por isso que considero estes comportamentos inconscientes. Há que frisar que a cultura actual também se esforça, para o meu desagrado, em afeminar os homens, enquanto que incentiva as mulheres a agir e a se parecer a nós; ambos tornar-se-ão repulsivos para os sexos opostos, isto é, aos olhos de pessoas heterossexuais.

Temos que aprender a zelar por aquilo que é mais importante: a nossa integridade física e mental. Deixemos as mulheres agir e brincar como bem entenderem, mas não com os nossos sentimentos.

1- Relembro que nem todas se comportam dessa forma.

O encanto feminino

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“A tentativa feminina de encantar o macho na verdade é um teste: aquele que não se entrega demonstra ser o melhor.” – Nessahan Alita em ‘Como lidar com mulheres’

É bom enaltecer o facto de que as mulheres só se entregam aos mais fortes, contudo, no momento em que se tornam namorados ou maridos, a não ser que eles disponham de uma força mental quase sobre-humana para continuarem a ser misteriosos e tenazes quanto às suas convicções, perderão gradativamente o interesse aos olhos da companheira. Relembro que a convivência contínua e sob um mesmo tecto gera rotina, o que por sua vez cria aborrecimento, levando a que uma, ou ambas as partes, procurem alguma distracção, aventura ou prazer fora de casa. Poucos casais fogem a esta regra.

Concluo esta publicação com mais esta citação de Alita, retirada de ‘Como lidar com mulheres’.

“Quando o ser amado perde as características que o tornam atraente, torna-se desinteressante. Portanto, o amor, tal como o estamos tratando aqui, é maligno, hipócrita, interesseiro e egoísta pois não é dirigido ao Ser ou à Essência do outro mas sim a seus atrativos físicos, econômicos ou comportamentais. Na prática, evidenciamos que as mulheres (e também os homens) não estão de modo algum à altura do amor verdadeiro, apesar de seus sonhos absurdos com romances cor-de-rosa, e não o merecem.”

Não se esqueçam de ler os livros; assim poderão entender estes ensinamentos de forma plena, dentro do contexto, dificultando o surgimento de duvidas.

Poderão obter os mesmos na publicação marcada no topo da página ou, alternativamente, contactando-nos por inbox; enviá-los-emos individualmente.

Relembro da necessidade de utilizarem estes conhecimentos para o bem, para que consigam desenvolver relacionamentos de qualidade, ou caso necessitem desarticular alguma artimanha feminina; não os utilizem para o mal, para se transformarem em cafajestes (que seduzem as mulheres ao vender-lhes ilusões e fantasias só para satisfazerem os seus impulsos sexuais). As más acções sempre ocasionam más consequências, que cedo ou tarde chegam.

Manipulação feminina.

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“Todo o comportamento manipulatório feminino passa por aí, pelo jogo de contradições. A forma de destruí-lo é não insistirmos na direção que a mulher espera que insistamos e contra a qual se prepara para nos enfrentar mas sim na direção contrária, em que sua abertura e vulnerabilidade são totais, lembrando-lhe que é ela mesma que assim o deseja. Obviamente, você deverá ser absolutamente amável todo o tempo mas não poderá jamais vencer o jogo se estiver apaixonado. Não esqueça de abraçá-la com cuidado e carinhosamente sempre.

Provoque e administre os seguintes sentimentos: fascínio, apego, medo de perda, insegurança com relação à sua posse, admiração, aceitação, segurança, proteção, orientação e auxílio. Evite que ela sinta: raiva, decepção, tristeza com você e ressentimento.” – Nessahan Alita em ‘Como lidar com mulheres’

Como lidar com a traição.

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“A melhor forma de castigar pelas traições é ignorar e decidir pela ruptura do compromisso. Não perca tempo tentando forçá-las a admitir o óbvio porque elas nunca assumem o evidente.” – Nessahan Alita em ‘Como lidar com mulheres’

Ao invés de verem a nobreza do perdão, a maioria das fémeas da nossa espécie vêem-na como um tipo de fraqueza e submissão (e não hesitarão em tirar proveito disso); um homem que se preze de verdade poderá até perdoar a mulher que o traiu, mas não dará prosseguimento ao relacionamento. Creio que semear o ódio e o ressentimento no nosso coração só contribuirá para uma inevitável deterioração da nossa saúde física e mental. Se for traído, lembre-se apenas de que você julgou mal o carácter da sua companheira, tendo-se deixado iludir por uma espertinha muito hábil na arte da dissimulação; resta apenas levantar-se após a queda, levando consigo uma lição bem aprendida.

São quedas como estas que forçam o intelecto masculino a crescer e se desenvolver ao ponto de melhor conseguir discernir e separar as muitas espertinhas das poucas sinceras que existem neste mundo (você tem visto mulheres sinceras, que não joguem sujo? Eu não, mas espero que me provem errado). Acima de tudo, coloque de lado a ideia de que uma mulher deverá ser uma meta imprescindível na sua vida. O desejo incessante de querer ter uma mulher ao lado facilita o processo de encantamento feminino e aumenta as chances do homem se apaixonar. O homem precisa de se aprimorar interiormente até que veja um relacionamento como algo possivelmente bom (falo do homem que nunca se apaixona), mas não essencial.

Não grite e nem discute; antes, afirme e ordene, dando à outra parte a liberdade de recusar (atitude que terá consequências, tais como o nosso distanciamento e silêncio, posturas masculinas que incomodam e muito as mulheres); não se deixe mover por lágrimas, clemências e desculpas esfarrapadas; seja um homem de poucas palavras, mas palavras correctas e impactantes; não tenha medo de perder a mulher com quem está (relembro que existem 3,6 biliões de mulheres no planeta), pois aqui treinamos a sua capacidade para se tornar num homem que apenas reflecte os comportamentos femininos; seja o espelho da sua companheira, fazendo-a sentir a repercussão de todas as suas acções, boas e más. Se a relação estiver prestes a se romper, lembre-a que assim será por vontade exclusivamente dela, dado aos comportamentos que adoptou.